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+ A força resolve?

Força aí!
 

1. A motivação para a mudança no dependente é variável. As fases motivacionais vão da negação total da doença até o mais árduo esforço pela conquista de um novo modo de vida, sem drogas.

2. Pessoas que estão em tratamento sempre melhoram. Há uma infinidade de técnicas ou linhas de tratamento. Todas parecem produzir resultados bastante semelhantes. Mas independentemente da linha escolhida, os estudos são unânimes em afirmar que a permanência no tratamento sempre melhora a vida

Mulher

do dependente e daqueles que o cercam.

 

3. O dependente perdeu a liberdade de escolha. Este é o ponto central de qualquer transtorno psiquiátrico. A incapacidade de um indivíduo de escolher alguma coisa diferente do que faz atualmente. O dependente não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência. A vontade de usar é sempre maior e se sobrepõe a coisas que antes eram importantes para o indivíduo (emprego, convívio com os amigos e parentes, respeito às normas). Desse modo, não é tão simples assim ouvir da pessoa "não vou me tratar" e nada mais acontece. É chegada a hora de refletir e pedir auxílio profissional, por mais que ele comece apenas com a presença da família.

 

vários motivos que estimulam o indivíduo a procurar ajuda e desejar a mudança. Sentir que a família o pressiona ao tratamento, a chegada de prejuízos sociais (possível perda do emprego, condenação por contravenções penais, perdaSs afetivas) e clínicos são alguns deles. O tratamento forçado pode ser eficaz. Muitos pacientes que chegam para o tratamento por 'livre e espontânea pressão' acabam percebendo que a abstinência lhes traz ganhos muito maiores que os tinham quando usavam drogas.

 
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